quarta-feira, 19 de setembro de 2007

a meta:

'Outra descoberta que reduziu minha sensação de dependência e obsessividade em relação ao Coiote foi compreender, com certeza e prazer, que não se reproduz o amor em ninguém, que o amor não é obra de quem quer que seja. O amor simplesmente acontece, como um raio, como um poema, como a vida, como a morte. Assim, a grandeza de uma relação depende da humildade em não se imaginar produtor, proprietário, autor, responsável do amor. Hão de viver mais profunda e inteiramente o amor os que dele se sentirem apenas usuários circunstanciais, provisórios e descartáveis.
Assim como se possui a luz do Sol, a água do mar, o oxigênio do ar, a beleza de uma paisagem ao entardecer.'

(Caiote - Roberto Freire)














"Amar e mudar as coisas...
me interessa muito mais!"