quarta-feira, 28 de novembro de 2007
sábado, 24 de novembro de 2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
um osso duro, que ninguém há de roer!
todos os cantos do mundo
deviam no bar terminar.
bar que todos nós vivemos
e onde todos choramos
as dores que nos partiram
os tempos que nos ficaram.
bares de todas as formas e cores,
pequenos bares de esquina,
pobres, vazios rotos.
...
balcão de madeira
manchado de cachaça,
as horas passam sem querer,
indo e vindo, conforme os dias.
há dias de muito ir e dias de muito vir,
pouco importa,
o bar existe.
Alcoolicamente - Paulo Pinho
todos os cantos do mundo
deviam no bar terminar.
bar que todos nós vivemos
e onde todos choramos
as dores que nos partiram
os tempos que nos ficaram.
bares de todas as formas e cores,
pequenos bares de esquina,
pobres, vazios rotos.
...
balcão de madeira
manchado de cachaça,
as horas passam sem querer,
indo e vindo, conforme os dias.
há dias de muito ir e dias de muito vir,
pouco importa,
o bar existe.
Alcoolicamente - Paulo Pinho
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
ó eu aqui denovo
tempos difíceis, divinos, tempos.
à tempo estou de volta pra dizer que andei me entristecendo de beleza e saudade, pelos mesmo tristes e tardios motivos.
me retrato com a vida continuando.
eu continuo por birra, de teimosa e de alegre que me sei. continuo pra decepcionar a melancolia leve de tardes frias, que se alegram em me ver.
eu continuo, tal qual uma epifania que se repete, pra provar-se a olhos incrédulos.
eu continuo porque é de amor e esperança que se faz o meu sorriso
e sorrir eu sempre sei continuar.
"Devia ser proibido
Uma saudade tão má
De uma pessoa tão boa
Falar, gritar, reclamar
Se a nossa voz não ecoa
Dizer não vou mais voltar
Sumir pelo mundo afora
Alguém com tudo pra dar
Tirar o seu corpo fora
Devia ser proibido
Estar do lado de cá
Enquanto a lembrança voa
Reviver, ter que lembrar
E calar por mais que doa
Chorar, não mais respirar (ar)
Dizer adeus, ir embora
Você partir e ficar
Pra outra vida, outra hora
Devia ser proibido..."
à tempo estou de volta pra dizer que andei me entristecendo de beleza e saudade, pelos mesmo tristes e tardios motivos.
me retrato com a vida continuando.
eu continuo por birra, de teimosa e de alegre que me sei. continuo pra decepcionar a melancolia leve de tardes frias, que se alegram em me ver.
eu continuo, tal qual uma epifania que se repete, pra provar-se a olhos incrédulos.
eu continuo porque é de amor e esperança que se faz o meu sorriso
e sorrir eu sempre sei continuar.
"Devia ser proibido
Uma saudade tão má
De uma pessoa tão boa
Falar, gritar, reclamar
Se a nossa voz não ecoa
Dizer não vou mais voltar
Sumir pelo mundo afora
Alguém com tudo pra dar
Tirar o seu corpo fora
Devia ser proibido
Estar do lado de cá
Enquanto a lembrança voa
Reviver, ter que lembrar
E calar por mais que doa
Chorar, não mais respirar (ar)
Dizer adeus, ir embora
Você partir e ficar
Pra outra vida, outra hora
Devia ser proibido..."
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
e eu talvez fosse um tolo em querer deixar tudo aquilo...
arde-me o siso
coração ungido a ferrolho
arde-me entorpecido
vil, vão
novamente novo
como nunca pode ser um outro
uma lágrima na lapela
paz de espírito
ontem eu lamentei demais
por mãos que me jogaram
nesse espaço de astrolábios
hoje aprendi como
se voam as mãos
como se vão
como carvão nos lábios
o homem tem de voar
enquanto cai
tem de alcançar
e vai...
(Gero Camilo/Kléber Albuquerque)
os poetas morrem. as temporadas terminam. o cigarro apaga.
dou o ultimo gole e saio na chuva forte, pela cidade fria.
até estrelas, rotas de serem contadas, escondem-se.
o esperado não acontece.
só, espero.
mas sei que esperar é assassinar
a possibilidade.
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