Nunca mais a natureza da manhã
E a beleza no artifício da cidade
Num edifício sem janela
Desenhei os olhos dela
Entre vestígios de bala
E a luz da televisão
Os meus olhos têm a fome do horizonte
Sua face é um espelho
Sem promessa
Por dezembros atravesso
Oceanos e desertos
Vendo a morte assim tão perto
Minha vida em suas mãos
O trem se vai
Na noite sem estrelas
E o dia vem
Nem eu nem trem
nem ele
(Zeca Baleiro/Fagner)
"cansei dessas comemorações do meu aniversário.
não gosto de aniversário, detesto o meu aniversário.
pelo visto o comemorarão pelo todo o sempre se sabe lá porquê.
se nem eu quero comemorá-lo, qual a razão de comemorar depois?
não há motivos. coisa besta."
Jesus Cristo
(segundo Ronnie Vitorino)
Um comentário:
dessas datas, gosto mesmo é da cerveja.
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