observações sonoras em dias de inverno:
"Eu tenho os dias contados, um encontro marcado e as mãos na cabeça
Eu tenho o corpo fechado
Que soltem as feras diante da mesa
Eu sou aquele que disse: tanto limão pelo chão
Contemplo o rio que corre parado
Soltem cachorros nos parques, ou não
No pátio interno os ladrões cante, converse comigo antes que eu cresça e apareça
Mesmo eu não estando em perigo, ou não
Eu quero que você me aqueça neste inverno, ou não
neste inferno
A mente quer ter, mas querendo erra, pois só sem desejo, é que se vive o agora
Aqui meus olhos vermelhos, meu rosto pregado, antes que eu esqueça
Aqui eu abro meu jogo, não mato, nao morro, nem perco a cabeça
Eu sou quem pede não manda
Cada curva do caminho me leva devagarinho mais perto do teu amor
Mantenha distância da minha cabeça
Eu sou quem acha e não acha, que se fala e se cala é de baixo da mesa
Eu quero que você me aqueça neste inverno, ou não, neste inferno
João, o tempo, andou mexendo com a gente sim...
Deixando a profundidade de lado
Eu quero é ficar colado à pele dele noite dia
Fazendo tudo e de novo
Tudo tão mal tão sem beleza, doce de sal, lagrima presa
Dizendo sim a paixao morando na filosofia
Eu quero gozar no seu céu
Padecer no seu inferno
Viver a divina comédia humana
Onde nada é eterno
Completamente sem metas, sentado
Ora - direis ouvir estrelas,
Certo perdeste o senso
E eu vos direi no entanto
Enquanto houver espaço, corpo tempo e algum modo de dizer não:
eu canto
John, eu não esqueço, eu não esqueço
Amor maltrata, deseja
Amor comendo a maçã
Amor é pura incerteza
O que será amanhã?
Em todo o I-Ching eu podia não crer, mas tudo é tão verde em seus olhos, não dá pra não ver
Eu, por mim, queria isso e aquilo
Um quilo mais daquilo, um grilo menos disso
É disso que eu preciso ou não é nada disso
Eu quero é todo mundo nesse carnaval...
Vida, vento, vela, leva-me daqui
Não suporto mais você longe de mim
prefiro até morrer do que viver assim
só quero que você me aqueça nesse inverso
e que tudo mais vá pro inferno
Eu sou aquele que disse: tanto limão pelo chão
Contemplo o rio que corre parado
Soltem cachorros nos parques, ou não
No pátio interno os ladrões cante, converse comigo antes que eu cresça e apareça
Mesmo eu não estando em perigo, ou não
Eu quero que você me aqueça neste inverno, ou não
neste inferno
A mente quer ter, mas querendo erra, pois só sem desejo, é que se vive o agora
Aqui meus olhos vermelhos, meu rosto pregado, antes que eu esqueça
Aqui eu abro meu jogo, não mato, nao morro, nem perco a cabeça
Eu sou quem pede não manda
Cada curva do caminho me leva devagarinho mais perto do teu amor
Mantenha distância da minha cabeça
Eu sou quem acha e não acha, que se fala e se cala é de baixo da mesa
Eu quero que você me aqueça neste inverno, ou não, neste inferno
João, o tempo, andou mexendo com a gente sim...
Deixando a profundidade de lado
Eu quero é ficar colado à pele dele noite dia
Fazendo tudo e de novo
Tudo tão mal tão sem beleza, doce de sal, lagrima presa
Dizendo sim a paixao morando na filosofia
Eu quero gozar no seu céu
Padecer no seu inferno
Viver a divina comédia humana
Onde nada é eterno
Completamente sem metas, sentado
Ora - direis ouvir estrelas,
Certo perdeste o senso
E eu vos direi no entanto
Enquanto houver espaço, corpo tempo e algum modo de dizer não:
eu canto
John, eu não esqueço, eu não esqueço
Amor maltrata, deseja
Amor comendo a maçã
Amor é pura incerteza
O que será amanhã?
Em todo o I-Ching eu podia não crer, mas tudo é tão verde em seus olhos, não dá pra não ver
Eu, por mim, queria isso e aquilo
Um quilo mais daquilo, um grilo menos disso
É disso que eu preciso ou não é nada disso
Eu quero é todo mundo nesse carnaval...
Vida, vento, vela, leva-me daqui
Não suporto mais você longe de mim
prefiro até morrer do que viver assim
só quero que você me aqueça nesse inverso
e que tudo mais vá pro inferno
Sim, já é outra viagem...
Um comentário:
Suspiros
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