domingo, 19 de abril de 2009


Abismos e pontes.
sem saber os porquês refaço meus caminhos, reinvento meu alívios, parindo filhos da lembrança.
tomo um gole de suspiro e vou pro mundo.
De asas rosas e um sorriso sempre quebrado, sempre a espera do 'final feliz'
recomeço a batalha com flores em punho.







"Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal

E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?

Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais, de mais...
Afinal, como estrelas que brilham em paz, em paz...

Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal

Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais..."

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