Ao norte.
Chamam-os de libertinos, despudorados, levianos... Desses casais que coram as senhoras que passeiam com seus cachorros de laços no parque aos domingos, que fazem as crianças fazerem perguntas embaraçosas às jovens senhoras com seus bojos, rouges e alianças...
São casal e dupla. Andam pelos bares a declamar poesias, cantarolando lembranças do pais natal...
Fazem os mais recalcados, ao ver os beijos ardentes, os olhares cúmplices e as mãos entrelaçadas... Imaginarem os gemidos, os sussurros e as gargalhadas na hora de seu amor.
Quando passeiam, alegres, pelas ruas, a cidade inteira vai dormir ardendo em febre e rezam mil terços, mas acordam desejosos no meio da noite, imaginando-se entre o abraço do casal, que escandaliza aquele pequeno e frio vilarejo ao norte.
São como o nascer do sol para o vampiro mais sedento de sangue.
Chamam-os de libertinos, despudorados, levianos... Desses casais que coram as senhoras que passeiam com seus cachorros de laços no parque aos domingos, que fazem as crianças fazerem perguntas embaraçosas às jovens senhoras com seus bojos, rouges e alianças...
São casal e dupla. Andam pelos bares a declamar poesias, cantarolando lembranças do pais natal...
Fazem os mais recalcados, ao ver os beijos ardentes, os olhares cúmplices e as mãos entrelaçadas... Imaginarem os gemidos, os sussurros e as gargalhadas na hora de seu amor.
Quando passeiam, alegres, pelas ruas, a cidade inteira vai dormir ardendo em febre e rezam mil terços, mas acordam desejosos no meio da noite, imaginando-se entre o abraço do casal, que escandaliza aquele pequeno e frio vilarejo ao norte.
São como o nascer do sol para o vampiro mais sedento de sangue.
Sem saberem-se tão esplendorosos, e ofensivos, amam-se e cegam mais e mais, um por um.
Quando não conseguem mais se conter, os cidadãos, mordem os lábios, até adormecerem, invejosos, em seus travesseiros de plumas caras, e esquecem, por um momento, que são moralistas, solitários e tristes...
Quando não conseguem mais se conter, os cidadãos, mordem os lábios, até adormecerem, invejosos, em seus travesseiros de plumas caras, e esquecem, por um momento, que são moralistas, solitários e tristes...
e desejam, de todo o coração, um amor, como o daquele casal de brasileiros.
"Só sei que dentro de mim tem uma coisa pronta esperando para começar a acontecer.
"Só sei que dentro de mim tem uma coisa pronta esperando para começar a acontecer.
O problema é que essa coisa talvez dependa de uma outra pessoa para começar a acontecer.
- Toque com cuidado, se não ela foge
- A coisa ou a pessoa?
- As duas."
_Caio F._
- Toque com cuidado, se não ela foge
- A coisa ou a pessoa?
- As duas."
_Caio F._
Um comentário:
Que caio é este?????
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