O que era pássaro-mãos, agora se fez olhos de encontro, corpo de rio, voz de quem acorda tarde e com marcas de sonho... agora és inteiro em minha imaginação.
E se for esse o movimento: imaginar, aceito.
Te imagino, te crio, desconconstruo e encanto...
Para que continue presença na represa de espera de dentro de mim.
“...dessas coisas 'meio Guimarães', que agente nem sabe e vai.
tipo Carlos Pena, fazendo poesia pro vazio e soneto pro desmantelo.
ou talvez como Tom Zé, apaixonado, sempre encontrando um jeito de reinventar o reinventado...”
(trecho do primeiro passo!)
2 comentários:
reinventar o reinventado!
pe muita generosidade consigo!!
reinventar o reinventado!
pe muita generosidade consigo!!
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