segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Agora te sei: movimento em meio a represa de espera do dentro de mim.
O que era pássaro-mãos, agora se fez olhos de encontro, corpo de rio, voz de quem acorda tarde e com marcas de sonho... agora és inteiro em minha imaginação.
E se for esse o movimento: imaginar, aceito.
Te imagino, te crio, desconconstruo e encanto...
Para que continue presença na represa de espera de dentro de mim.




“...dessas coisas 'meio Guimarães', que agente nem sabe e vai.
tipo Carlos Pena, fazendo poesia pro vazio e soneto pro desmantelo.
ou talvez como Tom Zé, apaixonado, sempre encontrando um jeito de reinventar o reinventado...”


(trecho do primeiro passo!)

2 comentários:

Anônimo disse...

reinventar o reinventado!
pe muita generosidade consigo!!

Anônimo disse...

reinventar o reinventado!
pe muita generosidade consigo!!